"Os falatórios de toda espécie, segundo os quais as condições históricas não estariam 'maduras' para o socialismo, são apenas produto da ignorância ou de um engano consciente. As premissas objetivas da revolução proletária não estão somente maduras: elas começam a apodrecer. Sem a vitória da revolução socialista no próximo período histórico, toda a civilização humana está ameaçada de ser conduzida a uma catástrofe. Tudo depende do proletariado, ou seja, antes de mais nada, de sua vanguarda revolucionária. A crise histórica da humanidade reduz-se à crise da direção revolucionária."

–  León Trotsky, O programa de transição 

A Liga Quarta-Internacionalista do Brasil é a seção brasileira da Liga pela Quarta Internacional.

Falando das tarefas da revolução proletária, Trotsky escreveu: "Para levar a cabo eficazmente todas estas tarefas são necessárias três condicões: o partido, o partido, e uma vez mais o partido" ("A revolução espanhola e as tarefas dos comunistas", janeiro de 1931). Se a crise da humanidade se reduz à crise da direção revolucionária, a questão central para os revolucionários no Brasil hoje é a necessidade de construir um partido trotskista, que luta por converter-se na direção da classe operária e atua como "tribuno do povo", mobilizando a força do proletariado contra todo tipo de opressão na luta por uma sociedade sem classes. Forjar o núcleo deste partido e a tarefa que está na ordem do dia para a Liga Quarta-Internacionalista do Brasil (LQB), que surgiu do agrupamento Luta Metalúrgica.

A LQB luta pelo programa trotskista da revolução permanente. Lutamos pela intransigente oposição proletária à colaboração de classes da frente popular, dizendo: nenhum voto a nenhum candidato das frentes populares. Isto foi motivo primordial de nossa ruptura com a Causa Operária, que votou no Lula, candidato da Frente Brasil Popular. Contra a tradicional "cegueira" da esquerda brasileira sobre a opressão do negro e da mulher, enfatizamos que a luta contra esta opressão é uma questão estratégica para o proletariado, porque não se pode unir o proletariado numa revolução socialista neste país sem uma luta ativa e bolchevique da vanguarda proletária sobre esta questão. Em contraste com os traidores pseudo-trotskistas que se uniram à campanha burguesa que levou a contra-revolução capitalista à URSS e o Leste Europeu, defendemos a posição quarta-internationalista da defesa militar incondicional dos estados operários deformados contra o imperialismo e a contra-revolução, junto com a luta pela revolução política proletária para tirar as burocracias estalinistas e estabelecer a democracia operária e o internacionalismo revolucionário. Contra os "nacional-trotskistas" e outros capituladores ao nacionalismo da classe dominante, lutamos pelo internacionalismo de Lenin e Trotsky, pelo reforjamento da Quarta Internacional, genuinamente trotskista e democrático-centralista, partido mundial da revolução socialista. A burguesia grita que "o comunismo morreu". Mas o comunismo vive na luta de classes e no programa trotskista da revolução mundial

De "Liga Quarta-Internacionalista do Brasil: quem somos e o que queremos" (1996)

Número atual de Vanguarda Operária
(n° 10, maio-junho de 2008)

Greve contra a guerra paralisa portos nos EUA (maio de 2008)

O ILWU lança greve pela paz por Mumia Abu-Jamal (maio de 2008)

Luta operária contra a frente popular militarizada no Rio  (maio de 2008)

Comitê de Luta Classista, Boletim n° 45: Ocupar o Palácio Guanabara! (agosto de 2007)

Sepe-RJ faz novamente greve pela liberdade de Mumia Abu-Jamal (maio de 2008)


Artigos anteriores

Lula x Alckmin, candidatos do capital, juntos contra os trabalhadores (outubro de 2006)

Lula contra os trabalhadores: crise permanente da frente popular (maio de 2006)

“Nacionalização” fictícia do gás na Bolivia: Pela expropriação sob controle operário (maio de 2006)

Lutar na CUT e em todas as centrais contra a frente popular (maio de 2006)

Equador: A “rebelião dos foragidos” – Uma análise marxista (abril de 2005) 

Chacina na Baixada Fluminense: Mobilizar a força da classe operária! (abril de 2005) 

Do Iraque até o Brasil: A libertação da mulher só é possível mediante a revolução socialista (março de 2005)

Não precisamos de um “novo partido” social-democrata dos lulistas desiludidos (junho de 2004)

Fora os imperialistas do Haiti! (março de 2004)

Os carniceiros Bush e Blair bombardeiam Bagdá (março de 2003)

Governo PT/PL: bombeiro do FMI (janeiro de 2003) 

A LQB sobre as eleições: oposição proletária à frente popular! (setembro de 2002)

Resolução do CLC para o Congresso da CNTE pela liberdade de Mumia Abu-Jamal  (janeiro de 2002)

Resolução pela defesa da mulher afegã e a luta pela derrota dos imperialistas (janeiro de 2002)

EUA fomenta frenesí de guerra imperialista  (setembro de 2001)

Terror do estado burguês contra a luta operária (abril de 2000)

Paralização da CUT-RJ exige: Mobilizar a força da classe operária para libertar Mumia Abu-Jamal! (novembro de 1999)

Trabalhadores brasileiros mobilizam-se pela libertação de Mumia Abu-Jamal (dezembro de 1999)

Defender o Iraque contra o ataque imperialista norte-americano (dezembro de 1998)

Frente à investida de FHC e FMI: Lutamos pela revolução operária!  (outubro de 1998)

Comitê de Luta Classista: Programa básico  (junho de 1997)


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•  90 anos do Manifesto do Partido Comunista  (León Trotsky, 1937)   

Documentos

Declaração da Liga pela Quarta Internacional (1998)

Liga Quarta-Internacionalista do Brasil: quem somos e o que queremos (1996)

Princípios trotskistas (1994/96)

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